Favela só tem no Terceiro Mundo?!

Favela: produto da exclusão sócio-econômica do sistema. Incrível como durante muitos anos os norte-americanos nos venderem (e nós compramos) a idéia de que a "América" é a terra das oportunidades. O sucesso só dependerá de sua força de vontade de vencer. Mendigo?! Só é mendigo quem quer!!... Pelo menos essa era a idéia de que os enlatado nos faziam crer. Com o tempo chegamos a conclusão que não é bem assim. Há oportunidades sim, para os "verdadeiros norte-americanos", os brancos. Negros, sempre estiveram a margem de todo processo. Os latinos sempre foram marginalizados. Então que oportunidade são essas?! Não sei se existe mesmo. Só sei que muitos brasileiros que aqui se negavam a fazer certos trabalhos, o fazem lá com uma certa alegria pelo simples fato de ganharem em dólar. Aos poucos, também estamos vendo, após era-Bush, que atrocidades não exclusivas das sociedades atrasadas, sob ponto de vista dos civilizados do Primeiro Mundo. E que a mídia não é tão independente e imparcial assim. Muito pelo contrário, ela nos mostra que é de fato o "quarto poder". Tem o poder de ocultar fatos e revelar apenas quando é de interesse do poder, dos que mandam nos editais dos jornais de todo o mundo. É assim que a coisa funciona em qualquer lugar do planete. Se não o fôsse, saberíamos o que estava acontecendo na própria América antes do Michael Moore fazer seu filme. Um outro problema até então jamais sitado é a questão da moradia nos EUA. Será que existia moradia para todos e derrepente a América acordou pobre?! Creio que não. Acredito que esse seja mais um dos problemas infrentados por lá, imigrantes, latinos, negros. E onde estavam os jornalistas comprometidos com a verdade?! Não sei. Talvez aguardando uma oportunidade mais conveniente para revelar ao mundo essa questão. Jornalismo comprometido com a verdade é antes de mais nada, comprometido com o dono do jornal. Segue abaixo, o texto do "New York Times", a respeito do problema de surgimento de favelas nos E.U.A.. Cidades dos EUA enfrentam um aumento das favelasJesse McKinley Em Fresno, Califórnia
Como gerente de operações de um centro de apoio aos sem-teto daqui, Paul Stack está acostumado a ver pessoas em situação difícil. O que nunca tinha visto antes era pessoas vivendo em tendas e barracos no terreno da estrada de ferro.
"Elas surgiram há cerca de 18 meses", disse Stack. "Um dia estava vazio. No outro, havia pessoas morando lá."
Como uma dezena de outras cidades por todo o país, Fresno está lidando com um déjà vu desagradável: o surgimento de "Hoovervilles" modernas, acampamentos ilegais de pessoas sem-teto que lembram, em pequena escala, as favelas da era da Depressão. Em sua coletiva de imprensa na noite de terça-feira (dia 24), foi perguntado diretamente ao presidente Barack Obama a respeito das favelas e ele respondeu que é "inaceitável crianças e famílias ficarem sem teto em um país tão rico quanto o nosso". Apesar dos acampamentos e moradores de rua sempre terem feito parte da paisagem de grandes cidades como Los Angeles e Nova York, estas novas cidades de tendas brotaram -ou cresceram a partir de pequenos enclaves de sem-teto à medida que mais pessoas perdiam empregos e seus lares- em lugares tão díspares como Nashville, Tennessee; Olympia, Washington; e Saint Petersburg, Flórida.
Em Seattle, os sem-teto descontentes com o acampamento de 100 pessoas o apelidaram de Nickelsville, uma referência pouca lisonjeira ao prefeito, Greg Nickels. Uma cidade de tendas em Sacramento, Califórnia, levou o governador Arnold Schwarzenegger a anunciar na quarta-feira um plano para transferir todo o acampamento de 125 pessoas para um parque de diversões próximo. Isso ocorreu após uma recente visita do programa "The Oprah Winfrey Show" ter provocado uma enxurrada de notícias, a ponto dos sem-teto se queixarem de exposição excessiva e pedirem para serem deixados em paz.
O problema em Fresno é diferente, já que é tanto crônico quanto longe da atenção nacional. O número de moradores de rua daqui costuma ser alimentado pelos altos e baixos dos empregos sazonais e de subsistência na agricultura, mas agora a recessão ampliou seu número -com o acréscimo de caminhoneiros e eletricistas.
"Estas são pessoas capazes que trabalhavam por um salário mínimo ou mais e que antes eram capazes de arcar com as despesas de moradia com sua renda", disse Michael Stoops, o diretor executivo da Coalizão Nacional dos Sem-Teto, um grupo de defesa com sede em Washington.
O número crescente de pessoas sem-teto em Fresno, uma cidade de 500 mil habitantes, é uma surpresa. As autoridades municipais dizem que há três grandes acampamentos perto do centro e acampamentos menores ao longo de duas estradas. Ao todo, até 2 mil pessoas estão sem-teto aqui, segundo Gregory Barfield, um administrador de política e prevenção de moradores de rua da cidade, que disse que o uso de drogas, prostituição e violência são comuns nos acampamentos. "Tudo isso faz parte da economia underground", disse Barfield. "É o que acontece quando uma pessoa tenta sobreviver." "Tudo isso faz parte da economia underground", disse Barfield. "É o que acontece quando uma pessoa tenta sobreviver.". Ele disse que a cidade planeja realizar uma "triagem" nos acampamentos nas próximas semanas, para determinar quantas pessoas precisam de serviços e de uma moradia permanente. "Nós estamos tratando disso como se fosse uma área de desastre", disse Barfield. O administrador municipal assumiu o cargo recém-criado em janeiro, após o condado e a cidade terem adotado um plano de 10 anos para tratar do problema. Uma ação coletiva impetrada em prol dos moradores de rua contra a cidade e o Departamento de Transporte da Califórnia levou a um acordo de US$ 2,35 milhões em 2008, disponibilizando dinheiro para cerca de 350 moradores que tiveram seus pertences descartados em ações de remoção realizadas pela prefeitura.
O crescimento dos acampamentos levou a cidade a colocar toaletes portáteis e guardas de segurança próximos de um acampamento conhecido como New Jack City, que leva o nome de um filme sombrio e cheio de drogas de 1991. Mas isso apenas atraiu mais moradores sem-teto.
"Foi uma espécie de convite para virem", disse Stack, o gerente do centro de apoio.
Em uma tarde recente, ninguém parecia empolgado por morar em New Jack City, uma coleção imunda de tendas surradas pelo vento e chuva em um terreno cheio de lixo. Vários moradores com aparência cansada estavam sentados em sofás velhos enquanto dois pitbulls acorrentados a uma cerca latiam. Ao norte de New Jack City fica um acampamento menos sombrio. Ele às vezes é chamado de Taco Flats ou Little Tijuana, devido ao grande número de moradores latinos, muitos deles atraídos para Fresno pela promessa de empregos na agricultura, que desapareceram diante da fraca economia e os três anos de seca.
Guillermo Flores, 32 anos, disse que procurou trabalho nos campos e em restaurantes de fast food, mas não encontrou nada. Nos últimos oito meses, ele tem coletado latas, as vendendo para reciclagem por US$ 5 a US$ 10 por dia, e morando em um barraco com três cômodos construído a mão, um lar do qual se orgulha, com porta, lençóis limpos na cama e uma travessa cheia de maçãs frescas na sua cozinha a gás.
"Eu a construí porque precisava", disse Flores, enquanto preparava um jantar com ovos, cebola e pimenta sobre uma fogueira. "O único problema que tenho são as aranhas."
Dezenas de sem-teto daqui encontraram um abrigo mais organizado no Village of Hope, um conjunto de barracões de 2,5 m x 3 m construídos pelo grupo sem fins lucrativos Poverello House, sob supervisão de Stack. Situado em um ex-ferro-velho atrás de uma cerca, cada unidade contém duas camas portáteis de lona, sacos de dormir e uma luz à energia solar.
Doug Brown, um engenheiro elétrico free-lance, disse que descobriu a Village of Hope enquanto estava desempregado, há dois anos, e que voltou após perder seu emprego em outubro.
Stoops, da coalizão dos sem-teto, previu que a população destas novas favelas poderá crescer à medida que aqueles sem terem onde morar queimarem lentamente suas opções e se juntarem às fileiras dos cronicamente sem-teto, muitos dos quais são indigentes devido ao analfabetismo, alcoolismo, doenças mentais e vício em drogas.
Esta mistura já é evidente em uma caminhada por Taco Flats, onde Sean Langer, 42 anos, que perdeu seu emprego como caminhoneiro em dezembro, mora em seu carro diante de uma barraco que é lar de Barbara Smith, 41 anos, uma viciada em crack. Esta é uma casa de um quarto", disse Smith, levando orgulhosamente o visitante para conhecer sua casa feita de ripas de madeira descartadas. "Nós temos teto e não tem goteiras."
Durante o dia, a favela parece pacata. Bandeiras americanas tremulam em alguns barracos e tendas e os vizinhos se cumprimentam. Alguns alimentam animais de estimação, enquanto outros fazem fogueiras e conversam.
Daniel Kent, um homem barbeado de 27 anos do Oregon, está morando em Taco Flats há três meses, após ficar sem dinheiro durante uma viagem de carona para a Flórida. Ele conseguiu ganhar US$ 35 por dia segurando uma placa informando o fechamento da Mervyn's até que a loja de departamentos de fato fechou.
Kent planejava ir a uma feira de empregos, mas disse que não se importa de ser um morador sem-teto. "Nós temos veteranos aqui; temos pessoas com coração, orgulhosas de quem são", disse Kent. "Independente das situações que enfrentaram na vida, isso não muda os corações. Há pessoas muito boas aqui."
Mas o risco após o anoitecer é real. Smith, que perdeu um olho após levar um tiro no rosto anos atrás, disse que ela já viu duas pessoas serem mortas em New Jack City, o que fez se mudar para Taco Flats e tentar abandonar as drogas. Seu companheiro, Willie Mac, 53 anos, que se autodescreve como um pastor jovem, disse estar "esperando ela se acertar com o Senhor".
Smith disse que seu sonho é simples: "Sair daqui, sair das ruas, ter nossa própria casa". Tradução: George El Khouri Andolfato Fonte: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2009/03/27/ult574u9252.jhtm
Escrito por urbanista.uneb às 22h16
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"Urbanismo"?

Projetos de arquitetos para França do século XXI. A importância da França e dos trabalhos de muitos urbanista é algo inquestionável. Mas confesso que certas afirmativas me soam como provocação. É como se afirmacem entre linhas que não somos inteligentes o suficiente. Provavelmente devo isso aos professores inteligente que tive na faculdade, a minha família, aos amigos e o convívio multidisciplinas, principalmente. O traçado urbano, a arquitetura tem sua importância sim. Mas não tem o poder de consertar a vida urbana, como muitos arquitetos acreditam. Nesse particular acredito muito mais nos urbanistas, geógrafos e arquitetos que vêem isso uma questão muito mais sociológica do que uma mera questão de equacionar o problemas. Infelizmente trabalhos sérios ficam restritos ao ambiente acadêmico. O que é algo que tem que acabar nas universidades públicas. O que vem a tona são trabalhos no mínimo romântico, pra não usar um termo mais real. Parecem sair de uma realidade vivida apenas por aqueles que não vivem de fato a cidade. Vivida por aqueles que não se deslocam sem seus carros. Por aqueles que desconhecem o que é realmente a vida e que vivem uma realidade em que há rios de leite e mel. Decididamente, esses perderam contato por completo com o planeta terra.
Escrito por urbanista.uneb às 12h40
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Mais cara-de-pau, impossível!!
 Schwarzenegger,pensar não é seu forte, convenhamos!! Depois de ouvirmos que o esterco das vacas criadas nos pastos brasileiros tem uma parcela de culpa no processo do aquecimento global, lá vem outra idiotice. Agora são os carros pretos que também tem sua parcela no aquecimentos no estado da Califórnia. Será que os norte-americanos não tem vergonha na cara não?!! Falo os que estão no poder, é claro!! Sempre se falou que a saúde do planeta depende da redução da emissão de certos gases na atmosfera. No entanto, foram eles que sempre se negaram a assinar qualquer tipo de tratado que intervisse em sua produção industrial. O fato mais conhecido foi o "Tratado de Kyoto" e não foi diferente na "Eco-92" no Brasil. E depois disso tudo vem um ex-vice presidente dar uma aula ridícula do que seja poluição, como se nós não conhecêssemos. Cadê a imprenssa?! Com toda certeza se fôsse Lula, a própria imprenssa de nosso país o ridicularizaria dizendo que todo mundo sabe disso e que ele não sabia porque é um "analfabeto". Se fôsse verdade essa afirmação carregada de preconceito, o que dizer de um ex-vice presidente? Ele foi no mínimo conivente com tudo isso. E agora, vem dar essa aulinha de Ecossistema!! Tenha paciência viu!!! Pior de tudo foi que ganhou o prêmio Nobel. Prêmiozinho mais bosta viu. Escolha simplesmente política!! Segue abaixo, a matéria original, publicada no site. Reflita!! 
Fonte: http://carsale.uol.com.br/noticias/ed101not10718.shtml
Escrito por urbanista.uneb às 19h25
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Indêndio em Diadema, São Paulo.

Incêndio em Diadema(SP). Desespero e prejuízo para os moradores. Nessa sexta-feira fui surpreendido com a notícia de um incêndio em São Paulo causando desespero para os moradores. Depois de horas de explosão causada pelo material inflamável da fábrica de produtos de limpeza o resultado não poderia ser diferente. Casas, carros e outros estabelecimentos comerciais destruídos pelo fogo. São nessas horas que pergunto aos que se acham expert no assunto "Urbanismo": Plajamento Urbanos, da cidade não existe mais?? Esse pensamento é um misto de idiotice reproduzida sem pensar com demência. Virou uma mania e modismo desqualificar os estudos e trabalhos realizados por aqueles que entendem de fato a complexidade que existe na cidade. Não tô falando de arquitetos incompetentes que só sabem fazer projetinhos pra casa de madame e muito menos de engenheiros que acreditam que a vida se resume em seus cálculos. Acredito sim em profissionais, arquitetos, engenheiros, URBANISTAS e geógrafos comprometidos com a vida. Acreditar que não há incompatibilidade entre residências e indústiras é no mínimo uma irresponsabilidade. Afirme pra um morador que perdeu tudo, que teve que sair as pressas pra não morrer que isso é coisa do passado!! Deus perdoe tanta burrice!!
Escrito por urbanista.uneb às 20h48
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Alguém pode me explicar o que isso significa??!!

O que isso significa? Alguém saberia me explicar?!! Alguém pode me explicar o que isso significa?! Alguns anos atrás éramos a 8ª economia do mundo. E o crescimento econômico () nunca chegou para a maioria dos brasileiros. E o que significa ter a 8ª colocação no que se refere a transparência em orçamento público? Quer dizer que é bom?! Que não há irregularidades?! E porque ainda existe uma enxurrada de denúncias no país? Decididamente, isso ainda é um grande segredo pra mim e acredito para a maioria dos brasileiros. Esse tipo de informação não passa de uma estatística sem valor para nós brasileiros.
Fonte: http://noticias.uol.com.br/bbc/reporter/2009/02/02/ult4904u808.jhtm
Escrito por urbanista.uneb às 17h52
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Heróis de verdade.
 Quem disse que heróis são irreais?! Foi matéria no UOL "Bombeiro se veste de Homem-Aranha para salvar uma criança de oito anos com autismo na Tailândia. O menino tinha saído pela janela da escola onde estudava e não atendia aos pedidos da professora para voltar; a mãe, então, lembrou que o menino era fã do super-herói e um dos bombeiros se fantasiou e chamou o garoto, que caiu em seus braços" (Mais). Fonte: http://noticias.uol.com.br/album/090324_album.jhtm?abrefoto=1
Escrito por urbanista.uneb às 14h20
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Respeite meu país, minha gente!!

Respeite meu país minha gente, meus conterrâneos. Meu pai sempre me alertou quanto a solidariedade dos países do "Civilizados", sempre afirmando que nada vem de graça. Salvo algumas raríssimas exceções, isso é válido como regra. As chamadas ONG's no Brasil vem sendo alvo de investigações e algumas delas comprovando irregularidades seríssimas. O mesmo vem acontecendo com as ONG's internacionais. Tolo seja aquele que vê apenas com bons olhos o que é de fora. E "sem-vergonha" sejam aqueles que continuam afirmando que isso seja peculiar a nós Brasileiros. É uma pena que não saibamos o final dessas estórias. Aos jornais, só interessa os escândalos. 
Para ler reportagem na íntegra: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2008/11/12/ult5772u1485.jhtm
Escrito por urbanista.uneb às 10h20
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Tem doido pra tudo nessa vida.

Cobra Piton, animal de estimação em Filipinas. A vida realmente é algo surpreendente. Quem acha que é loucura criar uma cobra dessa como um animal de estimação te digo, conheço louco que casou com uma e a chama de meu amor!!(rs). A única dúvida é sua tática: veneno ou o abraço da morte??!!(rs). Cada louco com sua loucura.
Escrito por urbanista.uneb às 10h16
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Ilha de Boipeba, um sonho realizado.

Ilha de Boipeba. Depois de algumas horas de balsa, praia, muitas praias. Quando eu tinha meus 17 anos fiz uma viagem maravilhosa com amigos pra a Ilha de Boipeba. Paraíso tropical encontrado por uma grande amiga, minha melhor amiga, que hoje possui sua própria agência de viagens. Apesar da loucura de termos alugado uma casa de um pescador no escuro, deu tudo certo. Ele arrumou a casa, estava tudo muito limpo. Perfeito para uma turma de 12 jovens que queriam só curtir a liberdade da juventude. Era uma época que não existia celular. Na ilha só existia um telefône público, loucura não?! O fato foi que foi lá que vi o céu mais belo de minha vida. Repleto de estrelas e o melhor da estória, víamos sem dificuldades várias estrelas cadentes em uma mesma noite. Essa época eu guardo com muito carinho!! 
Sol, mar e sombra. É tudo que eu preciso.
Escrito por urbanista.uneb às 16h11
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Direito à moradia, uma batalha mundial.

De um lado, Hong Kong, o grande referencial de explosão tecnológica e econômica do século XXI..... Não foram poucas as vezes que ouvi pseudo-intelectuais criticando o Brasil falando o quanto é difícil realizar o direito da casa própria. Na verdade, acredito que isso seja uma realidade vivida por qualquer pessoa que viva em um sistema capitalista. A desigualdade social é reflexo do sistema, é inevitável. Quem não alcança os objetivos é tratado como estatística. Você gostaria que seus sonhos fêssem tratados como estatística? O que você diria pra alguém que tem que pagar o equivalente a U$150 e morar em gaiolas..... 
... de outro, aumento de número de desempregados. Alugueis de gaiolas dormitórios chegam a alcançar o valor de U$150.
Escrito por urbanista.uneb às 10h44
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Um carro que voa!!??

Carro híbrido, uma idéia típica de nerd!! Quando lí o título da matéria na página do UOL dizia o seguinte, em 2012 será comercializado o primeiro carro que voa. Eu na minha inocência de criança o pensei: "Finalmente vai se tornar realidade os sonhos dos grandes escritores de ficção-científica?". Falo dos tempos de Flash-gordon e outros ícones de estórias em quadrinhos (HQ's) que faziam a imaginação de todos pensar que no século XXI teríamos esse tipo de veículos. Mas pra um pensamento tão tolo quanto meu, a queda foi inevitável, e merecida. Quando abri o link vi um carro desengonçado e na segunda foto o motorista o abastecendo. Coincidência ou não, o motorista tem uma cara de "mauricinho nerd" daqueles riquinhos que não sabem o que fazer com tanto dinheiro. Haja paciência!!
Escrito por urbanista.uneb às 10h38
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Uma possibilidade para o futuro.

UNEB, uma instituição consagrada. Voltar aos estudos para concursos e o mais importante agora, traçar novas metas. Especialização, mestrado ou MBA? Ainda não tem nada decidido. Só sei que se eu seguir o caminhos dos estudiosos do "desenvolvimento regional", com toda certeza escolherei a UNEB, a minha universidade, como certa. Estudar, estudar, estudar,... nunca é demais!!
Escrito por urbanista.uneb às 14h56
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Um kit Mc Gyver urgente!!

Mc Gyver, rápido e preciso. Quem foi da geração anos que nasceu no final dos anos 70 e início dos 80 com certeza conheceu Mc Gyver (Richard Dean) em profissão perigo. Tendo em mãos poucoquíssimos recursos tecnólicos e muito conhecimento na área de ciências (robótica, quimica,....tudo) ele era capaz de fazer uma bomba a partir de naftalina, um clips e meia duzia de papel de seda e uma vela de aniversário!!(rs). Era de uma enciclopédia Mc Gyver que eu precisava agora para alcançar vôos altos tendo pouquíssimos recusos a disposição. Mas como diariam os executivos de Wall Street: "No have free lunch!". É respirar fundo correr atrás mais uma vez e acreditar!
Escrito por urbanista.uneb às 14h48
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De volta pra casa.

Decidido, estou voltando pra casa. Experiência é bom sim. Nunca é demais, não!! Mas já chega. Na vida a gente tem que saber o momento de parar, até onde se deve apostar. Confesso que achei que não seria tão difícil se locomover aqui no interior do estado de SP. Queria ter tido a oportunidade de ter feito uma visitinha a Universidade São Carlos e ver de perto a estrutura e o curso na área de transporte. Mas como tudo na vida, nada é fácil. Pelo menos as coisas boas e realmente importantes. Infelizmente na vida as coisas não são como deveriam ser e sim como são de fato, sendo isso justo ou não. Querendo ou não a gente é obrigado a dançar conforme o ritmo da música e agora, até este momento, não foi possível acompanhar. Mas paciência. Ser perseverante é fundamental. Deixar de acreditar que as coisas vão mudar pra melhor sempre é fundamental e necessário. A Bahia me deu régua e compasso para eu traçar o meu próprio caminho!!
Escrito por urbanista.uneb às 14h01
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Protestar é preciso.

Protesto pacífico na Av. Paulista, batalhão de policiais observando a manifestação. Tudo pra manter a ordem do poder ordem mundial. Milhões são gastos em todo mundo pra que a ordem do poder não seja questionada. Se a manifestação for pacícifa, policiais armados são utilizados pra intimidar os manifestantes. Quando há um tom mais inquietante, o poder não economiza. Balas de borrachas atiradas a curta distância, cães atacando manifestantes, quando não policiais a painasa causando desordem no local para que o uso da força seja justificada. Como diriam os anarquistas: "Toda forma de poder se revela uma forma de opressão!". Anarquista, sempre!! 
Protesto pelo mundo a fora, ainda é tratado como um caso de polícia, de desordem. Fonte 1: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u534774.shtml
Escrito por urbanista.uneb às 23h05
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Alagamentos, até quando?

Alagamento no Rio de Janeiro (RJ) após uma noite de chuva intensa. Sempre que vejo programas a respeito das novas tecnologias o futuro do mundo se revela de muito conforto e segurança. Será que isso será de fato no século XXI? Não sei. O homem já é capaz de uma espacial na órbita da Terra, já falamos de computadores de dimensões microscópicas e das inúmeras maravilhas que nos aguardam nesse século. No entanto, ainda não fomos capazes de resolver alguns problemas de caráter natural como enchentes, muito menos de prever com antecedência terremotos, tsunamis e maremotos. Ainda estamos subodinados a esses eventos. Se ainda não somos possíveis de resolver problemas causados pelas enchurradas cada vez mais frequentes em todo globo terrestre, quanto mais esses outros que citei. Acredito que o homem moderno já tenha tecnologia pra resolver esse tipo de problema. O que lhe falta é vontade política pra investir intensamente nisso. Até quando isso vai acontecer. Torço pra que isso, ainda nesse século, que os trantos nos causados pelas enchurradas nas cidades sejam coisa do passado.
Escrito por urbanista.uneb às 08h11
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Substituição de multa por advertência.
Substituição da multa por advertência, já era a tempo. Câmara aprova substituição de multa por advertência em infração leve de trânsito A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara aprovou nesta quinta-feira (12), em caráter conclusivo, o projeto de lei 3016/04 que obriga o fiscal de trânsito a aplicar pena de advertência por escrito, no lugar de multas, ao motorista ou pedestre que tiver cometido infração. Mas será necessário que o motorista não tenha cometido nenhuma infração nos 12 meses anteriores. O projeto segue para análise do Senado. Entre as infrações leves previstas no Código Nacional de Trânsito estão, por exemplo, estacionar o veículo em desacordo com a sinalização; parar o veículo na faixa de pedestres, em ilhas, refúgios, canteiros centrais e divisores de pista; e buzinar entre as 22h e as 6 horas.
O relator da proposta, deputado Paulo Maluf (PP-SP), disse que os fiscais devem atuar de maneira mais educativa que punitiva. "Infelizmente nos últimos tempos existe em São Paulo uma indústria da multa. Na minha visão, este projeto de lei, além de ser constitucional, vai sanar uma das grandes violências que são praticadas por guardas de trânsito nas grandes cidades." Penalidades e pedestres
Maluf votou pela aprovação do substitutivo da Comissão de Viação e Transportes, que restringiu o texto à mudança de multa para advertência. O texto original, de autoria do deputado Léo Alcântara (PR-CE), previa um parágrafo em que admitia outras penalidades como prestação de serviços comunitários ou participação em campanhas educativas de trânsito no caso de a pessoa já ter cometido alguma infração nos últimos doze meses. O projeto também previa que as mesmas medidas fossem aplicadas aos pedestres, podendo a multa ser transformada na participação do infrator em cursos de segurança viária, o que foi retirado do substitutivo. Foto: Caráter ilustrativo.
Escrito por urbanista.uneb às 20h19
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Alerta do Greenpeace em Salvador.

Elevador Lacerda, ícone da cidade de Salvador, com faixa de alerta aos aquecimento global. Aquecimento global, ilhas de calor, falta de áreas verdes nos centros urbanos. Tudo isso continua sendo uma realidade urbana que deverá ser vencida. Acredito que não será fácil. No entanto, não foi o primeiro grande problema e não será o último a ser vencido por nós, seres humanos.
Escrito por urbanista.uneb às 20h43
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Opção de quem não tem o mar.

Parque Ibirapuera, opção de quem não tem o mar pra relaxar. O lazer sem dúvida é um dos pilares que sustenta o que chamamos de "qualidade de vida". Não é à toa que é um dos fundamentos estabelecido na famosa "Carta de Atenas". Relaxar a mente é fundamental. Corpo são, mente sã!!
Escrito por urbanista.uneb às 17h35
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Ter meu próprio café.....quem sabe.

Ter um café... um desejo remoto. Tudo que queria hoje é ter um lugar particularmente meu para curtir. Acrtedito que a idéia de ser dono de um café se encaixa perfeitamente nisso. Um espaço em que pudesse reunir livros interessantes, revistas, música ambiente de qualidade. Mas acima de tudo que pudesse reunir as escritores, músicos, artistas em geral. Não só artistas reconhecidos, mas que pudessem trazer algo de novo. Um espaço que possibilitasse esses artistas mostrar o que tem produzido. Minha namorada teve uma idéia sensacional um dia desses. Caso fosse possível ter um espaço assim, poder ter nas mesas alguns poemas escritos a mão livre, pelas mãos do próprio autor. E o mais legal de tudo, um grande amigo. Apesar de sua formação ser de um historiador, portanto, um homem das ciências humas, isso não o prendeu. Suas palavras muitas vezes é capaz de revelar emoções que sentimos e que não conseguimos demonstrar. Gustavo Adonias A. Bastos, espero que muitos dos meus amigos tenham a oportunidade de conhecer a sua obra em versos. Consciliar café, livros e arte.... seria perfeito. Quem sabe um dia todo esse sonho não se torne realidade.... Quem sabe.
Escrito por urbanista.uneb às 21h10
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Santos, ainda é um sonho!!

Litoral paulista também tem muitos encantos. A esperança é a última que morre, já diz o ditado. Ainda tenho fé que possa ser chamado para trabalhar na SET/Santos. Seria perfeito!! Trabalhar na área que me identifico, na condição de funcionário público, na cidade mais linda do estado de SP. Sonhar nunca é demais, é fundamental!! 
Bolsa do Café, Rua XV de Novembro. Uma volta ao tempo.
Escrito por urbanista.uneb às 20h58
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Casar ou não casar, eis a questão!!
RELACIONAMENTOS .... TÊNIS OU FRESCOBOL Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que os casamentos (relacionamentos) são de dois tipos: há os casamentos do tipo "tênis" e há os casamentos do tipo "frescobol". Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa. Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzche, com a qual concordo inteiramente. Dizia ele: "Ao pensar sobre a possibilidade do casamento, cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até sua velhice?". Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar. Scheherazade sabia disso. Sabia que os casamentos baseados nos prazeres da cama são sempre decapitados pela manhã, e terminam em separação, pois os prazeres do sexo se esgotam rapidamente: terminam na morte, como no filme O Império dos Sentidos. Por isso, quando o sexo já estava morto na cama, e o amor não mais se podia dizer através dele, ela o ressuscitava pela magia da palavra: começava uma longa conversa sem fim, que deveria durar mil e uma noites. O sultão se calava e escutava as suas palavras como se fossem música. A música dos sons ou da palavra é a sexualidade sob a forma da Eternidade: é o amor que ressuscita sempre, depois de morrer. Há os carinhos que se fazem com o corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras. E, contrariamente ao que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo: "Eu te amo...". Barthes advertia: "Passada a primeira confissão, 'eu te amo' não quer dizer mais nada". É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética. Recordo a sabedoria de Adélia Prado: "Erótica é a alma ". O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir sua cortada - palavra muito sugestiva que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O Prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro. O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra - pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir... E o que errou pede desculpas, e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de ´novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos... A bola são nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonho pra lá, sonho pra cá... Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada. Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão... O que se busca é ter razão, e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde. Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem - cresce o amor ... Ninguém ganha, para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro ´viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim..." Rubem Alves, Escritor, Psicanalista, Doutor em Filosofia, Doutor em Teologia, Educador e muito bem inspirado...
Escrito por urbanista.uneb às 15h32
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